terça-feira, 31 de julho de 2012

Gol e Voyage têm duas linhas 2013 em 2012. Pode?


Um calendário paralelo rege o mercado automotivo. Se no passado o ano-modelo de um carro era lançado de agosto a outubro do ano anterior, agora chega às revendas em janeiro ou fevereiro - como vimos ocorrer com Chevrolet Celta e Fiat Uno em 2011, por exemplo. Na VW, o tempo também corre de maneira diferente.


No começo do ano, a montadora já oferecia a linha 2013 de Gol e Voyage. Francisco Paiva Neto, aproveitou a renovação antecipada e comprou um Gol G5 2013 em abril. Ele foi pego desprevenido na última terça-feira (17/6), quando viu a informação de que a Volks lançava Gol e Voyage 2013 reestilizados. "Me sinto lesado, enganado pela montadora", diz o tecnólogo em gestão pública, de 46 anos, que vive em Natal (RN). Se soubesse da mudança, ele não teria comprado o hatch. "Eu queria um Novo Palio. Só que não havia para pronta entrega, ia receber o veículo depois de 30 a 40 dias. Por isso optei pelo Gol", explica.


A estratégia da VW ficou, mesmo, confusa. Já até nos acostumamos a ver a linha do ano seguinte à venda no começo do ano corrente. Mas dessa vez a VW caprichou e fez isso duas vezes e em um intervalo de tempo bastante curto. Pode isso? "Pode. Não há nada contrário do ponto de vista formal. Mas não deve", afirma Luiz Carlos Mello, ex-presidente da Ford Brasil e diretor do Centro de Estudos Automotivos (CEA).

Órgãos ligados à defesa do consumidor concordam que a atitude seja estranha."Se eles venderam em fevereiro o modelo como 2013 e não avisaram sobre mudança nenhuma, nós temos de fazer uma análise da informação dada ao consumidor e da publicidade para nos pronunciarmos", afirma Maria Inês Dolci, coordenadora da PROTESTE. "Se não mantiver a fabricação do modelo antigo, há indícios de oferta enganosa. Para comprovar isso, seria necessária uma averiguação", relata o Procon-SP através de sua assessoria de imprensa.

Para Luiz Carlos Mello, quem vai cobrar o preço por esse posicionamento da montadora é o cliente. "A VW vai causar insatisfação, deixar no consumidor uma sensação de desconforto e clara incompreensão. Mas ela, certamente, pesou prós e contras da estratégia de marketing. Deve ter avaliado a necessidade de mercado e de proteção do segmento e feito isso para tentar reforçar sua competitividade diante da concorrência", resume Luiz. O consultor garante que a VW poderia, até, ter lançado os novos Gol e Voyage como linha 2014. Mas não mudaria nada sob o ponto de vista da decepção dos consumidores. "Se a diferença de preço entre os modelos fosse razoável, a compra do '2013 1' poderia ser considerada vantajosa. Mas como não é, o proprietário vai perder valor residual", diz.

Presente de grego

No dia 24 de junho, o técnico em edificações Ricardo do Vale comprou um Voyage 1.0 Trend 2012/ 2013 na concessionária Volkswagen Real, em Itaguaí, no Rio de Janeiro. Era o seu presente de aniversário - naquele dia, ele comemorava 31 anos. Antes de fechar negócio, ele ainda perguntou sobre uma mudança no modelo. Mas disseram que não haveria novidades tão cedo. "Achei uma tremenda sacanagem da montadora fazer isso. Quiseram 'zerar' o pátio aproveitando a queda do IPI e a agora soltar o modelo novo quando o imposto subir novamente", declara.

O desconto do IPI só termina em 31 de agosto (se não for prorrogado), quando os novos Gol e Voyage já devem estar disponíveis nas lojas. Mas dá para entender a reclamação de Ricardo. "Se eu soubesse que o carro mudaria, certamente teria esperado, para não arcar com a desvalorização", fala.

Um jeito de evitar esses transtornos é ficar sempre atento às movimentações do mercado, sugere o consultor Paulo Roberto Garbossa, da ADK Automotive. "Porque quem acompanha o setor, já sabia que o carro ia mudar. E poderia até ter aproveitado para negociar melhor o anterior. Porque o novo, certamente, não será vendido com descontos, nem nas mesmas condições", afirma. Ele também indica que o consumidor tente ficar cerca de três anos com o "Gol 2013 1": "A partir daí, o carro cairá na desvalorização normal do mercado e passará a valer a manutenção, o estado de conservação dele".
Fonte: AutoEsporte

domingo, 29 de julho de 2012

Volkswagen inicia importação por Suape, em Pernambuco


A Volkswagen iniciou hoje a nova operação de importação de veículos por meio do Complexo Industrial e Portuário Governador Eraldo Gueiros, o Porto Suape, em Ipojuca (PE), a 40 quilômetros de Recife.

O primeiro lote de veículos da marca a desembarcar no Porto de Suape nesta quinta-feira (26) totalizou 200 unidades dos modelos Amarok e SpaceFox, produzidos na fábrica de Pacheco, na Argentina. Antes, a Volkswagen havia feito um desembarque-teste com um lote de 50 veículos.

Com a nova operação, a montadora pretende aprimorar a distribuição de SpaceFox e Amarok importadas da Argentina para a região Nordeste do Brasil. O embarque de veículos Volkswagen envolve cerca de 30 pessoas entre estivadores, amarradores, motoristas, coordenadores e agentes de navio e de solo. Assim que desembarcam, os veículos são inspecionados e preparados para distribuição aos mercados da região. Somente no Nordeste, a Volkswagen possui 52 pontos de vendas.

“O Nordeste tem apresentado crescimento significativo. No primeiro semestre, as vendas de carros e comerciais leves da região cresceram em ritmo mais rápido que as vendas nacionais. A atuação da Volkswagen nessa região é cada vez mais estratégica para os objetivos da marca no País”, declarou o diretor de vendas da montadora, Jochen Funk.

Porto de Suape

O Porto de Suape é administrado pelo governo do Estado de Pernambuco, por meio da empresa Suape. Está localizado no litoral sul do Estado, próximo à foz dos rios Tatuoca e Masangana, entre dois municípios, Cabo de Santo Agostinho e o Pontal do Cupe.

Possui área de 13.500 hectares, distribuída em zonas Portuária, Industrial, Administrativa e Serviços, de Preservação Ecológica e de Preservação Cultural. Sua localização estratégica em relação às principais rotas marítimas de navegação o mantém conectado a mais de 160 portos em todos os continentes, com linhas diretas da Europa, América do Norte e África, com calado (profundidades) entre 15,5m e 20m.
Fonte: iGCarros

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Gol fica mais bonito e melhor de guiar


O carro mais vendido do Brasil nos últimos 25 anos, o Volkswagen Gol, acaba de passar por sua sexta revitalização visual e de conteúdo em seus 32 anos de história. Apesar disso, como fez com as linhas passadas do carro, a VW não chama este modelo de G6, mas sim um “G5 atualizado”. “O que fizemos com o Gol não foi uma revolução, como foi da linha G4 para G5, mas sim uma evolução”, explicou Henrique Sampaio, gerente de marketing da montadora para o mercado brasileiro. Na dúvida, então o chame apenas de “novo Gol”.


Esse Gol é também o mais alemão de todos. O novo visual do carro foi elaborado por designers brasileiros nos estúdios de desenho da Volkswagen em Wolfsburg, na Alemanha. “Os alemães cultivam a perfeição e têm paixão pelos detalhes quando criam um novo carro. Nesse intercâmbio absorvemos um pouco dessa cultura para a filial brasileira”, contou Luiz Alberto Veiga, diretor de design da VW no Brasil, durante a apresentação do lançamento.


Basicamente o que aconteceu com o Gol e seu irmão sedã, o Voyage, foi a introdução do visual global da marca, que é pautado por linhas mais definidas e harmoniosas. Por isso ele ficou tão parecido com o Fox ou até com o Passat, ambos já devidamente enquadrados na filosofia. “O novo Gol tem músculos, mas não é bombado. Ele é saudável”, explicou Veiga, se referindo às formas mais volumosas do capô e aos novos traços, mais ousados e marcantes, das partes laterais e traseira do veículo. No geral, o resultado agrada de imediato, tanto que faz a linha passada parecer um “rascunho” do que ainda estava por vir.


A exemplo do Fox, o Gol ganhou um conjunto óptico mais moderno, com faróis que parecem olhos franzidos e lanternas com uma identidade luminosa – no escuro as luzes formam duas letras “C”. Outra novidade no produto é a opção de roda aro 16”. “Esse é um detalhe que muda as proporções do carro, por isso ele fica tão diferente”, apontou Veiga.

Ainda falando sobre o desenho do veículo, vale o destaque para a parte superior da traseira redesenhada, que, segundo a VW, diminui o turbilhão aerodinâmico da seção a ponto de reduzir o incômodo acúmulo de sujeira na tampa do porta-malas. Interessante, não?

Sofisticação até para o Gol

As renovações mais recentes da Volkswagen vêm chamando atenção por trazer mais sofisticação e requinte aos produtos. Foi assim com o Fox e o Polo, e agora o Gol seguiu a mesma trilha. Os materiais de acabamento interno melhoraram, assim como o desenho do painel mais caprichado, embora ainda seja um mundo de puro plástico. “Pensamos muito na reformulação da cabine, pois até o cheiro tem que ser bom. Criamos também superfícies em ‘ice touch’, que deixam a impressão de geladinho ao toque”, explicou Veiga.

Outro ponto importante no novo Gol é a lista de equipamentos ampliada. O carro agora traz de série, desde a primeira versão, itens como vidros elétricos na frente, limpador do para-brisa com temporizador, desembaçador do vidro traseiro, conta-giros e até palhetas aerowischer, como as usadas em carros de luxo e conhecidas por limpar o vidro com muito mais eficiência.

Por outro lado, recursos que deveriam ser triviais, como direção hidráulica e freios ABS, ainda são vendidos como opcionais. O mesmo vale ainda para o ar-condicionado, airbags frontais e o volante multifuncional. No modulo I-System há ainda o sistema Eco Comfort, que dá dicas ao motorista sobre como economizar combustível e o melhor momento de trocar a marcha.

Não há milagre para um carro 1.0

Quem gosta de dirigir, certamente aprecia um Volkswagen. Os carros da marca alemã sempre foram conhecidos pela dirigibilidade mais apurada, com boas respostas de direção e ótimos acertos de câmbio manual, sempre “justinhos”. No Gol 2013 toda essa sensação foi melhorada. Mesmo com motor 1.0 o modelo é agradável de conduzir, embora a resposta dos 76 cv e 10,6 kgfm de torque ainda não seja ideal, principalmente para encarar subidas e ultrapassagens na estrada, que fazem o motor urrar. É carro que depende muito do embalo.

Em contrapartida ao desempenho apenas regular, as versões 1.0 do Gol e do Voyage podem receber o kit BlueMotion Technology, que melhora em até 8% o consumo de combustível na comparação com a linha anterior. O pacote inclui “pneus verdes”, de menor resistência à rolagem, alterações no motor para redução do consumo, além do já citado Eco Comfort.

Sobrevida até quando?

A evolução do Gol G5 agrada nos pontos visuais e parcialmente na lista de equipamentos, que ainda peca ao não possuir itens que deveriam ser obrigatórios em qualquer automóvel, como direção hidráulica (melhor ainda se fosse elétrica) e freios ABS por uma questão segurança. Há também a limitação do desempenho do modelo 1.0, apesar do esforço ecológico. A VW também não maneirou nos preços: o modelo de entrada começa em salgados R$ 27.990.

E o modelo não terá vida fácil. Quando chegou ao mercado, em 2008, o Gol G5 competia contra 11 carros. Hoje são 22 e a lista ainda vai aumentar até o final do ano com o Hyundai HB e o Toyota Etios, que miram em cheio o carro popular da VW. Mesmo assim, a montadora espera manter estável a projeção de vendas do modelo, que é de 16.000 unidades por mês (somente do Gol G5; o G4 soma mais 6.000 unidades). Agora é esperar pela revolução do G6.
Fonte: iGCarros

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Volkswagen confirma Beetle conversível para o Salão de Los Angeles


A Volkswagen confirmou a presença da versão conversível do novo Beetle no Salão do Automóvel de Los Angeles, que acontece em novembro. O modelo será inspirado no conceito E-Bugster Speedster, que foi exibido no Salão de Detroit, no início deste ano. A versão de produção, porém, terá um para-brisa mais curto e dois assentos a mais em relação ao protótipo.

O novo Volkswagen Beetle Conversível voltará “ao passado” e trará um novo catálogo de cores e de tecidos para os bancos que remetem a de modelos fabricados nos anos 50 e 60. Ao que tudo indica, o automóvel usará os motores 2.0 litros TSI e 2.0 TDI, a gasolina e a diesel, respectivamente, no mercado europeu. Nos Estados Unidos, a montadora deverá oferecer ainda um motor 2.5 litros de cinco cilindros.
Fonte: BlogAuto

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Gol muda e ganha frente de Fox e traseira de Polo para se manter na liderança


De fato, não se mexe no time que está ganhando. E foi o que a Volkswagen fez ao manter a quinta geração do Gol no mercado brasileiro por quase quatro anos sem nenhuma alteração visual. Porém, desde o ano passado, o hatch de entrada da marca alemã vem sendo ameaçado pelo novo Uno, da Fiat, chegando a ser ultrapassado pelo hatch italiano em alguns meses do ano. E por esse e outros motivos, o Volkswagen Gol carecia de uma reestilização, para se manter na liderança do mercado e oferecer certo ar de novidade aos consumidores.


A Volkswagen apresentou nesta terça-feira (17) em Florianópolis, Santa Catarina, a linha 2013 do Gol, que chega com um novo visual, interior renovado, mais equipamentos e pequenas mudanças na mecânica, além, de é claro, novos preços. Como de praxe nos últimos lançamentos da marca, o novo Gol traz a nova filosofia de visual da marca “do povo”, marcada, principalmente, pela dianteira, com faróis espichados ligados a grade com dois filetes, destacando o logotipo da marca no centro. Todo o conjunto visual do Gol 2013 ficou bastante parecido com a nova geração do Polo, vendido na Europa.


Os faróis, em todas as versões, contam com máscara negra, como no Fox. O para-choque dianteiro do Gol também foi atualizado e agora apresenta uma tomada de ar com desenho mais retilíneo, abrigando os faróis de neblina, de formato meio quadrado. Um conjunto parecido com o do sedã Jetta. A lateral permaneceu inalterada, trazendo como novidade as novas rodas de liga-leve e calotas. Por falar em rodas, o hatch será oferecido com rodas de 14, 15 ou 16 polegadas, esta última apenas na versão equipada com motorização 1.6 litro, calçando pneus 195/50 R16 – um opcional de R$ 1.125.


A traseira acompanhou as mudanças da dianteira e agora exibe novas lanternas, com iluminação característica dos demais modelos da Volkswagen, que confere certo “encanto” à noite, e uma tampa de porta-malas mais arredondada. O para-choque também foi renovado e agora conta com um novo suporte de placa, com os refletores logo abaixo, nas extremidades da peça.

Por dentro, as principais mudanças foram aplicadas no painel, que traz um console central renovado, com direito a um novo sistema de som, opcional, que traz conexão Bluetooth e entrada USB, além de uma tela de cristal líquido na parte central que informa sobre obstáculos na parte traseira, caso esteja equipado com sensor de estacionamento. As saídas de ar também foram renovadas e agora contam com aro cromado. As chaves de seta são novas e os bancos e portas ganharam revestimento ecológico, feito a partir de garrafas PET recicladas.

O painel de instrumentos permaneceu inalterado, mas agora conta com iluminação branca realizada através de LEDs. Como novidade, as versões equipadas com I-System receberam o ECO Comfort, um sistema que alerta sobre práticas para reduzir o consumo de combustível, seja em movimento ou parado, através de um visor no painel, exibindo mensagens como “Não acionar o pedal do acelerador na partida do motor”, “Não acionar o pedal do acelerador com o veículo parado” e “Ar condicionado ligado; fechar janelas”, caso os vidros estejam abaixados mais de 20%. O banco traseiro ganhou o apoio de cabeça para o terceiro ocupante.

Na lista de equipamentos, mais uma vez ponto para a Volkswagen. Sem alterar muito o preço, a marca adicionou novos itens de série para o Gol 2013, desde a versão mais básica, equipada com motor 1.0. Agora, o hatch vem com vidros dianteiros elétricos, travamento central, abertura interna da tampa do porta-malas, limpador, lavador e desembaçador do vidro traseiro com temporizador. Vale ressaltar que quando foi lançado e até pouco tempo, nenhum desses itens faziam parte da lista de equipamentos da versão 1.0, tampouco regulagem interna dos retrovisores. O carro ganhou ainda limpadores de para-brisa mais eficientes, do tipo “Aerowisher”.

Apesar de não ser algo tão comum entre os carros reestilizados, a linha de motores do Gol também ganhou novidades. O propulsor 1.0 litro foi renovado e agora atende pelo sobrenome TEC. De acordo com o fabricante, o bloco entregará maior torque desde baixas rotações e menores emissões de poluentes. A economia de combustível, quando comparado com o antigo EA 11, é de até 4%. A potência, no entanto, não mudou. O VW Gol 1.0 continua com seus 76 cv de potência com álcool e 72 cv com gasolina, sempre a 5.250 rpm, e 10,6 kgm de torque e 9,7 kgfm, respectivamente, a 3.850 rotações.

Como opcional, o motor 1.0 TEC pode vir com o pacote de equipamentos BlueMotion Technology, que promete um consumo de combustível até 8% menor, graças também a utilização de pneus 175/70 R14 de baixa resistência à rolagem. Há ainda, a exemplo do irmão maior Fox BlueMotion, indicadores digitais de consumo instantâneo de combustível e de marcha ideal, para ajudar no comportamento do motorista.

As mudanças seguem no 1.6 litro, porém, menores, visando a diminuição de atrito. O motor ganhou mudanças nos retentores das válvulas, do eixo comando e da flange do virabrequim, que segundo a marca, contribuem para a redução de atrito, mantendo assim a vedação à passagem de olho. Com essas mudanças, o motor ficou menos “beberrão”, porém, continua entregando 104 cv com etanol e 101 cv com gasolina, a 5.250 rpm, e 15,6 kgfm e 15,4 kgfm, respectivamente, a 2.500 giros. Esse motor continua sendo oferecido com o câmbio automatizado I-Motion, opcional para todas as versões equipadas com tal mecânica, além do conhecido manual de cinco marchas.

Voyage também muda e busca inspiração no irmão maior Jetta

O Voyage também mudou e ficou uma espécie de “mini-Jetta”, graças, principalmente, a traseira, que ganhou mudanças maiores até que a do irmão hatch, exibindo novas lanternas horizontais, que invadem a tampa do porta-malas e apresentam um desenho parecido com a do sedã médio. No meu ponto de vista, o Voyage perdeu a beleza e com a nova cara, em alguns ângulos, chega a parecer que a “bunda” do três-volumes foi remendada em um Gol convencional. A versão anterior era bem mais harmônica.

No mais, as mudanças como interior, lista de equipamentos e mecânica seguem as mesmas do Gol.

Confira abaixo os preços sugeridos dos novos Volkswagen Gol e Voyage 2013, que têm previsão de chegada às concessionárias para ainda este mês:

Gol 1.0 – R$ 27.990
Gol 1.6 – R$ 31.890
Gol 1.6 I-Motion – R$ 34.490
Gol Power 1.6 – R$ 38.290
Gol Power 1.6 I-Motion – R$ 40.890

Voyage 1.0 – R$ 29.990
Voyage 1.6 – R$ 34.590
Voyage 1.6 I-Motion – R$ 37.190
Voyage 1.6 Comfortline – R$ 40.890
Voyage 1.6 Comfortline I-Motion – R$ 43.490
Fonte: BlogAuto
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